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Convênio permitirá recuperação de nascentes em Santa Leopoldina

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Santa Leopoldina e do Centro de Apoio Operacional da Defesa do Meio Ambiente (Caoa), assinou convênio de cooperação técnico-científico com a ArcelorMittal, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e a Fundação de Desenvolvimento Agropecuário do Espírito Santo (Fundagres) para o projeto de recuperação de nascentes na localidade de Crubixá, zona rural do município. O objetivo do projeto é avaliar as diferentes técnicas de restauração da cobertura agroflorestal na recuperação de nascentes na Bacia do Rio Santa Maria da Vitória.

Também participam do convênio o Comitê da Região Hidrográfica do Rio Santa Maria da Vitória, a Secretaria de Estado da Agricultura (Seag), o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e a Secretaria de Estado de Meio ambiente e Recursos Hídricos (Seama). Caberá ao MPES fiscalizar a cooperação técnica e fazer as reuniões e os contatos com os agricultores da região de Crubixá.

No encontro realizado no Centro de Ecologia da empresa, no dia 20/07, estiveram presentes o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva; os promotores de Justiça Marcelo Lemos Vieira e Jefferson Valente Muniz; o vice-presidente de Operações da ArcelorMittal, Jorge Luiz Ribeiro de Oliveira; o prefeito de Santa Leopoldina, Valdemar Coutinho; o pesquisador do Incaper Aureliano Nogueira da Costa; o secretário do Estado do Meio Ambiente, Aladim Fernando Cerqueira; e o gerente de Sustentabilidade e Relações Institucionais, João Bosco Reis da Silva.

O procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, reforçou a importância do convênio. "A postura do Ministério Público está dentro do contexto e da compreensão de que, na questão ambiental, precisamos agregar esforços e valores. Esse engajamento só será possível se houver a compreensão por parte dos atores envolvidos da necessidade da conjugação de iniciativas para atender os interesses e direitos da sociedade, destinatária das nossas ações”, destacou.

O promotor de Justiça Marcelo Lemos Vieira afirmou que a iniciativa é nobre e ressaltou a importância em procurar alternativas para reduzir os impactos negativos causados pelo mau uso da água. “O Espírito Santo sofre impactos ambientais como em qualquer lugar do mundo. A diferença é que o Estado constrói soluções para esses impactos, com diálogo, boa vontade e tolerância. Não é fácil, mas é um dever e fazemos com prazer”, afirmou.

O promotor de Justiça Jefferson Valente Muniz destacou o trabalho conjunto. “É uma grande honra estar envolvido com esse projeto e que possamos formar um grupo eficiente de atuação”, declarou.

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