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Promotor de Justiça do MPES é reeleito para comitê de combate à corrupção e lavagem de dinheiro

O promotor de Justiça Rafael Calhau Bastos, do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), foi reeleito para integrar o Comitê Gestor da Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). A eleição do novo comitê para 2019/2020 ocorreu no dia 19 de outubro, durante o 12º Encontro Nacional da Rede LAB-LD, na sede do Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), em Florianópolis.

O comitê gestor da Rede LAB-LD é um colegiado consultivo responsável pelo apoio estratégico às tomadas de decisão que visam integrar as atividades dos Laboratórios de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro.

“O uso da tecnologia e a especialização técnica são essenciais para o enfrentamento da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado. A Operação Lava Jato é prova disso. O comitê gestor da Rede LAB-LD é importante na troca de informações e aprimoramento do nosso trabalho”, destacou Rafael Calhau Bastos, que é o coordenador do Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do MPES.

O coordenador do LAB-LD do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), promotor de Justiça João Carlos Teixeira Joaquim, também foi reeleito para comandar o comitê gestor da Rede LAB-LD. Além do representante do Espírito Santo, o novo comitê gestor é composto por integrantes dos Estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro (suplente), pelas Polícia Civis do Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Distrito Federal e Mato Grosso (suplente), e pelos Ministério Público Militar e Ministério Público Federal (suplente) e pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A Rede LAB-LD é um conjunto de Laboratórios de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro instalados no Brasil. Criada em 2009, tem como principal característica o compartilhamento de experiências, técnicas e soluções voltadas para a análise de dados financeiros e para a detecção da prática da lavagem de dinheiro, corrupção e crimes relacionados. Atualmente há 43 laboratórios nesse formato em funcionamento e 15 em fase de instalação no país.